A imigração no Brasil em 2026 já tem um retrato do primeiro semestre: cerca de 324,7 mil vistos emitidos, aproximadamente 98 mil imigrantes registrados e 3,7 mil pessoas naturalizadas entre janeiro e junho. Os números vêm dos relatórios mensais do Observatório das Migrações Internacionais (OBMigra) e mostram um país que recebe turistas, trabalhadores qualificados, famílias, investidores e pessoas em busca de proteção, cada grupo em um ritmo diferente.
Para quem atua com regularização migratória, esses ritmos indicam onde estão os pedidos, de que nacionalidades e em quais regiões. Este artigo organiza os dados do semestre e explica como duas normas do Conselho Nacional de Imigração, a Resolução Normativa nº 13 e a nº 36, regulam a residência por investimento, tema que aparece nos relatórios.
Imigração no Brasil 2026: o semestre em números do OBMigra
| Indicador | Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Total do semestre |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Emissão de vistos (MRE) | ~65.900 (+6,4%) | ~58.650 (−11,0%) | ~62.800 | ~51.500 | ~40.900 | ~45.000 | ~324.750 |
| Registros de imigrantes (SisMigra) | ~18.000 | ~15.000 (−12,4%) | ~19.400 | ~15.500 | ~15.800 | ~14.300 | ~98.000 |
| Naturalizações | ~560 (−61,0%) | ~710 | ~920 | ~570 (−37,8%) | ~470 | ~470 | ~3.700 |
| Autorizações de residência (CGIL) | ~2.800 | ~2.870 (+2,6%) | ~2.440 (−14,9%) | ~1.900 | ~2.500 | ~2.400 | ~14.910 |
| Transferências pessoais (Bacen) | US$ 235,6 mi | US$ 225,5 mi | US$ 297,5 mi | US$ 251,6 mi | US$ 262,6 mi | US$ 269,0 mi | US$ 1.541,8 mi |
As transferências pessoais (Bacen) estão em milhões de dólares norte-americanos. Os dados de vistos, registros, naturalizações e autorizações laborais combinam valores consolidados e séries históricas mensais apresentadas nos relatórios.
Três leituras dos dados do OBMigra no semestre
1. Vistos: pico no início do ano e desaceleração no segundo trimestre
Os consulados do Ministério das Relações Exteriores emitiram mais vistos nos três primeiros meses do ano. Janeiro chegou ao segundo maior valor da série histórica. Veio então uma desaceleração acentuada no segundo trimestre, e a recuperação só começou em junho.
2. Registros e trabalho qualificado: fluxo migratório constante
O SisMigra manteve média próxima de 16 mil novos imigrantes por mês. A acolhida humanitária (venezuelanos) e os acordos do Mercosul sustentam esse patamar. Nas autorizações de trabalho (CGIL), a China manteve a liderança entre os profissionais qualificados em todo o período.
3. Remessas: mais de US$ 1,54 bilhão no semestre
Após a retração de janeiro e fevereiro, o fluxo se recuperou, com destaque para as transferências ligadas a Estados Unidos, Reino Unido e Portugal. O Haiti também aparece como destino expressivo de recursos enviados por migrantes.
Como evoluiu o fluxo migratório no Brasil mês a mês?
Janeiro
A emissão de vistos subiu 6,4% em relação a dezembro de 2025, puxada pelos vistos de visita e turismo. Os cidadãos dos Estados Unidos foram os principais solicitantes, em volume cinco vezes maior que o de canadenses e chineses. As autorizações laborais se estabilizaram após quedas consecutivas, e os investimentos em pessoas jurídicas (RN 13) cresceram 10,2%, concentrados em SP, CE, RJ e RN. As remessas seguiram em patamar elevado depois do recorde histórico de dezembro (US$ 307,7 milhões), com EUA, Portugal e Reino Unido como origens e destinos centrais.
Fevereiro
Os vistos caíram 11,0% frente a janeiro, mas ficaram entre os valores mais altos da série. As autorizações laborais subiram 2,6% e interromperam a sequência de quedas iniciada em novembro de 2025. Os imigrantes chineses mantiveram a liderança em trabalho qualificado. As remessas recuaram pelo segundo mês seguido, para US$ 225,5 milhões.
Março
Os registros do SisMigra cresceram nas categorias de Acolhida Venezuelana, Acordos da América do Sul e Reunião Familiar. As naturalizações subiram pelo segundo mês consecutivo. Entre os solicitantes de refúgio (Sisconare), Boa Vista (RR) consolidou-se como principal município de registro, impulsionada por nacionais de Cuba e da Venezuela.
Abril
As autorizações laborais mantiveram a tendência de redução. Os investimentos em pessoas jurídicas (RN 13) e em imóveis (RN 36) somaram R$ 12,3 milhões no mês, com destaque para profissionais da China e do Japão. Os registros no SisMigra recuaram na maioria das categorias de amparo em relação a março.
Maio
As autorizações laborais se recuperaram com força e se aproximaram da média mensal de 2025. As remessas chegaram a US$ 262,6 milhões, com EUA, Reino Unido e Portugal como principais polos. Nas naturalizações, seguiram na liderança os cidadãos do Haiti, da Venezuela e de Cuba.
Junho
Os vistos de visita continuaram a liderar as emissões, com cidadãos dos EUA, do Canadá e da China entre os maiores contemplados. O total de autorizações laborais caiu levemente frente a maio, mas os valores aportados em empresas e imóveis cresceram. As remessas alcançaram US$ 269,0 milhões, estáveis em relação a maio. Entre os naturalizados, os homens haitianos formaram o grupo individual mais expressivo, e as solicitações se concentraram no Paraná e em São Paulo.
Quais cidades mais recebem imigrantes no Brasil?
Os relatórios mostram padrões distintos conforme o sistema de registro: residência, proteção internacional ou mercado de trabalho.
Registros de residência (SisMigra/Polícia Federal)
As metrópoles e capitais concentram as declarações de residência de novos imigrantes regularizados:
- São Paulo (SP) lidera isolada como principal município de residência indicado.
- Boa Vista (RR) ocupa o 2º lugar, pelo fluxo contínuo de nacionalidades vizinhas, sobretudo venezuelanos.
- Rio de Janeiro (RJ) e Curitiba (PR) aparecem em 3º e 4º.
- Também se destacam Manaus (AM), Florianópolis (SC), Chapecó (SC), Joinville (SC), Porto Alegre (RS), Camaçari (BA) e Cuiabá (MT).
Mercado formal de trabalho (Novo CAGED)
A Região Sul é, estruturalmente, a que mais gera empregos formais para imigrantes, com peso das cidades agroindustriais e industriais de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, como Chapecó, Joinville e Curitiba. O Sudeste se destaca pelos postos urbanos e pela atração de imigrantes qualificados e investimentos (CGIL), com centralidade de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Em que setores os imigrantes trabalham no Brasil?
A inserção dos imigrantes no mercado de trabalho brasileiro se concentra em cinco grandes setores, segundo o Novo CAGED e as autorizações laborais da CGIL.
1. Indústria de transformação (frigorífica e alimentícia)
É o principal motor de absorção contínua de mão de obra imigrante no emprego formal, impulsionado pelas plantas agroindustriais e frigoríficas do Sul. As ocupações líderes são alimentador de linha de produção, que lidera em praticamente todos os meses do ano, e magarefe.
2. Agropecuária e fruticultura
O setor atrai muitos trabalhadores, com forte volatilidade sazonal ligada à safra e à colheita. As ocupações principais são trabalhador volante da agricultura e trabalhador no cultivo de árvores frutíferas. As contratações atingiram picos históricos em janeiro na Região Sul e caíram nos meses seguintes, com o fim dos ciclos agrícolas.
3. Comércio e serviços
O setor é diversificado nas áreas urbanas e metropolitanas e reúne varejo, limpeza, alimentação fora do lar e logística. No varejo, as ocupações são atendente de lojas e mercados, repositor de mercadorias e operador de caixa. Nos serviços operacionais e na logística, aparecem faxineiro, auxiliar nos serviços de alimentação, atendente de lanchonete e auxiliar de logística.
4. Construção civil
As obras urbanas e de infraestrutura absorvem parcela expressiva dos imigrantes em funções operacionais. A ocupação principal é a de servente de obras.
5. Tecnologia, gestão executiva e grandes projetos (CGIL)
No trabalho qualificado e nos investimentos estrangeiros diretos (RN 13, pessoas jurídicas; RN 36, imóveis), o perfil difere das vagas operacionais do CAGED. Os setores beneficiados são engenharia, tecnologia da informação, consultoria corporativa e gestão de operações multinacionais. O grupo é liderado por profissionais qualificados da China, do Japão, dos Estados Unidos, da França, da Alemanha e do Reino Unido.
Quais nacionalidades mais se naturalizam no Brasil?
Os dados da Coordenação-Geral de Política Migratória (CGPMIG/MJSP), compilados pelo OBMigra, detalham as concessões de nacionalidade brasileira no semestre. Na naturalização no Brasil, os haitianos lideraram de forma ampla e contínua em todos os meses.
Evolução mensal das concessões de cidadania brasileira
- Janeiro começou com queda de 61,0% nas concessões frente a dezembro de 2025, com cerca de 560 pessoas naturalizadas.
- Fevereiro iniciou a recuperação, com cerca de 710.
- Março teve alta pelo segundo mês consecutivo e atingiu o pico do semestre, com cerca de 920 concessões.
- Abril recuou 37,8% sobre março, para cerca de 570, principalmente pela diminuição de processos concluídos para nacionais do Haiti.
- Maio e junho se estabilizaram em patamar mais baixo, em torno de 470 por mês.
Nacionalidades e perfil por gênero
Os venezuelanos ficaram consistentemente em 2º lugar. Angolanos e cubanos se alternaram em 3º e 4º. Também figuraram entre os principais contemplados cidadãos do Líbano, da Bolívia, da Rússia, do Senegal, da Colômbia, da Nigéria, de Bangladesh e da Síria.
Entre os haitianos, a participação masculina é acentuada: em meses como janeiro e junho, os homens haitianos foram a maior parcela individual dos novos cidadãos brasileiros. Entre os venezuelanos, a distribuição é mais equilibrada, e em alguns meses, como janeiro, as mulheres superaram levemente os homens.
Concentração geográfica dos processos
Mais de 50% dos processos aprovados tramitaram em três estados do Sudeste e do Sul. São Paulo liderou na maior parte dos meses, seguido, de forma alternada, por Paraná e Santa Catarina. Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso, Roraima e Amazonas tiveram presença secundária. Para entender como a prova documental decide esses processos, leia também o artigo sobre opção de nacionalidade brasileira e o advogado de imigração.
Como obter autorização de residência por investimento no Brasil?
Os relatórios do OBMigra acompanham os investimentos estrangeiros por duas vias: o aporte em pessoas jurídicas (RN 13) e a compra de imóveis (RN 36). Os dois caminhos levam à residência para investidor estrangeiro, com exigências diferentes. O resumo abaixo segue o texto das resoluções do Conselho Nacional de Imigração, órgão do Ministério da Justiça e Segurança Pública, com as alterações indicadas nos próprios documentos.
RN 13/2017: investimento em pessoa jurídica
A Resolução Normativa nº 13, de 12 de dezembro de 2017, alterada pela Resolução CNIG/MJSP nº 49, de 25 de junho de 2024, disciplina a residência de pessoa física que investe, com recursos próprios de origem externa, em empresa no Brasil, em projeto com potencial de gerar empregos ou renda.
- Valor mínimo regular: investimento em moeda estrangeira igual ou superior a R$ 500.000,00, com Plano de Investimento ou de Negócios (art. 2º). O pedido é analisado priorizando o potencial de geração de empregos ou de renda.
- Valor reduzido para inovação: entre R$ 150.000,00 e R$ 500.000,00, para o empreendedor que pretenda investir em atividade de inovação ou em pesquisa básica ou aplicada, de caráter científico ou tecnológico (art. 3º). A empresa receptora precisa demonstrar ao menos uma de cinco condições, entre elas estar em parque tecnológico, estar incubada ou ter sido beneficiada por aceleradora de startups no Brasil. O § 2º do art. 3º admite ainda a análise por originalidade, abrangência e relevância do produto, processo ou serviço.
- Plano de Investimento ou de Negócios: prazo de execução de três anos, com definição do negócio, objetivo do empreendimento, plano de contratação (quantidade de empregados, cargos e salários), investimento em capacitação e plano financeiro (art. 4º).
- Documentos: contrato social com o capital estrangeiro integralizado, comprovante da operação de câmbio que demonstre a finalidade de investimento direto estrangeiro e o plano (art. 5º). O ministério pode fazer diligências in loco.
- Já no Brasil: a norma exige, entre outros documentos, a declaração de Imposto de Renda da empresa, a RAIS dos últimos três anos para demonstrar a geração de empregos prevista e a última guia do FGTS com a relação de empregados (art. 6º).
- Continuidade: depende da comprovação de execução do plano, protocolada em até noventa dias antes do término do prazo concedido. O § 3º permite considerar, excepcionalmente, o contexto econômico e o potencial de geração de emprego ou renda.
RN 36/2018: investimento imobiliário
A Resolução Normativa nº 36, de 9 de outubro de 2018, alterada pelas Resoluções CNIG/MJSP nº 46, de 2021, e nº 49, de 2024, trata da residência de pessoa física que investe em imóvel com recursos próprios de origem externa, nos termos do art. 35 da Lei de Migração (Lei nº 13.445/2017).
- Valor mínimo: aquisição de imóveis em área urbana, construídos ou em construção, em montante igual ou superior a R$ 1.000.000,00 (art. 2º). Nas regiões Norte e Nordeste, o valor pode ser até 30% menor, o que leva o piso a R$ 700.000,00.
- Mais de um imóvel: a soma dos imóveis pode atingir o valor exigido. A copropriedade é admitida, desde que cada coproprietário tenha investido o valor mínimo (art. 3º, § 1º).
- Financiamento: permitido apenas na parte que exceder R$ 1.000.000,00 (art. 3º, § 2º).
- Documentos para imóvel construído: registro geral do imóvel que ateste a propriedade, livre de ônus ou encargos, e declaração de instituição autorizada pelo Banco Central do Brasil que ateste a transferência internacional de capital.
- Documentos para imóvel em construção: contrato de promessa de compra e venda registrado, a declaração de transferência internacional de capital, o alvará de construção e o memorial de incorporação registrado.
- Prazo: a residência inicial é de quatro anos. Depois disso, pode ser convertida em prazo indeterminado, com comprovação de que as condições do investimento foram mantidas, cópia da Carteira de Registro Nacional Migratório (CRNM) e certidões de antecedentes criminais (art. 5º).
- Permanência mínima: o investidor deve ficar no país ao menos 14 dias, seguidos ou não, a cada período de dois anos, contados do registro na Polícia Federal (art. 6º). Se cumprir esse requisito, não incide a causa de perda da residência prevista no art. 135, III, do Decreto nº 9.199/2017.
- Perda e cancelamento: a cessação do fundamento da autorização leva à perda da residência (art. 6º-B). Omissão de informação relevante ou declaração falsa, a qualquer tempo, gera processo de cancelamento (art. 6º-C).
O que a imigração no Brasil em 2026 significa na prática
Os dados descrevem três realidades que raramente aparecem juntas. Há um fluxo de visitantes, com forte presença de norte-americanos, que depende da política consular e oscila com a sazonalidade. Há um fluxo de residentes, sustentado por acolhida humanitária, acordos regionais e reunião familiar, que se mantém estável e se concentra em capitais e polos industriais. E há o trabalho qualificado e o investimento estrangeiro, mais sensíveis a decisões administrativas e ao ambiente de negócios.
A queda das naturalizações no início do ano e a concentração geográfica dos processos mostram que o acesso à cidadania segue marcado por gargalos de tramitação e por diferenças regionais. No caso do investidor, as resoluções mostram que a residência exige prova documental detalhada na entrada e acompanhamento depois dela: plano de negócios e geração de empregos na RN 13, manutenção do imóvel e permanência mínima na RN 36. Para o direito migratório, o ponto prático é este: um erro de enquadramento ou um prazo perdido pode custar a autorização.
Perguntas frequentes sobre imigração no Brasil em 2026
Quantos imigrantes foram registrados no Brasil no 1º semestre de 2026?
Os relatórios do OBMigra apontam cerca de 98 mil registros de imigrantes no SisMigra entre janeiro e junho de 2026, uma média próxima de 16 mil por mês. No mesmo período, o Ministério das Relações Exteriores emitiu cerca de 324,7 mil vistos, e as autorizações de residência (CGIL) somaram cerca de 14,9 mil.
Quais nacionalidades mais se naturalizam no Brasil?
Os haitianos lideraram as naturalizações em todos os meses do semestre, seguidos pelos venezuelanos. Angolanos e cubanos se alternaram nas 3ª e 4ª posições. No total, foram cerca de 3,7 mil naturalizados no semestre.
Quanto é preciso investir para obter residência no Brasil?
Pela RN 13, o investimento em pessoa jurídica deve ser de, no mínimo, R$ 500.000,00, com possibilidade de valor a partir de R$ 150.000,00 para empreendimentos de inovação que atendam às condições da norma. Pela RN 36, o investimento imobiliário parte de R$ 1.000.000,00 em área urbana, com redução de até 30% nas regiões Norte e Nordeste.
Quantos dias o investidor imobiliário precisa permanecer no Brasil?
A RN 36 exige permanência mínima de 14 dias, seguidos ou interpolados, a cada período de dois anos, contados do registro junto à Polícia Federal. Cumprido esse requisito, não incide a causa de perda da autorização prevista no art. 135, III, do Decreto nº 9.199/2017.
Quais cidades mais recebem imigrantes no Brasil?
Segundo os registros de residência do SisMigra, São Paulo lidera, seguida por Boa Vista (RR), Rio de Janeiro (RJ) e Curitiba (PR). No emprego formal, a Região Sul concentra a maior geração de vagas para imigrantes, com destaque para Chapecó, Joinville e Curitiba.
Em que setores os imigrantes trabalham no Brasil?
A inserção se concentra na indústria de transformação (frigorífica e alimentícia), na agropecuária e fruticultura, no comércio e serviços e na construção civil. No trabalho qualificado e nos investimentos estrangeiros, predominam engenharia, tecnologia da informação, consultoria corporativa e gestão de operações multinacionais.
Conclusão: a imigração no Brasil em 2026 pede orientação preventiva
Os dados do OBMigra mostram um fluxo migratório estável, mas desigual entre vistos, residência, trabalho, naturalização e investimento. Em cada via, o pedido bem instruído depende de enquadramento correto e de documentação consistente.
Se você ou sua empresa precisam regularizar a situação migratória de trabalhadores, investidores ou familiares, uma análise individual do caso, antes de protocolar qualquer pedido, ajuda a escolher a categoria correta e a montar a documentação. Fale com um advogado de imigração. Agende a Reunião (WhatsApp)
Leia também: Vistos e autorizações de residência para estrangeiros no Brasil em setembro de 2026 e os demais artigos do blog de direito imobiliário e imigração.
Fontes e legislação
- Relatórios mensais do OBMigra, 1º semestre de 2026 (MRE, SisMigra/PF, CGIL, CGPMIG/MJSP, Sisconare, Novo CAGED e Bacen)
- Resolução Normativa CNIg nº 13/2017
- Resolução Normativa CNIg nº 36/2018
- Lei nº 13.445/2017 (Lei de Migração)